No município de Caicó, cidade polo do Seridó potiguar, só havia um médico para atender cerca de 200 pessoas. E pasmem, o médico tinha um lado do corpo todo paralisado e tinha que contar com a ajuda de outro funcionário para prescrever os medicamentos.
Além disso, na sala que deveria estar mais equipada para receber pacientes em estado grave, não havia respirador. Em outro espaço, equipamentos modernos estão se estragando sem uso por questões burocráticas.
Em Pau dos Ferros a situação era ainda pior. Faltavam utensílios básicos para o atendimento de emergência, como gaze. “Aqui só tem soro”, contou uma mãe. O hospital ainda contava com apenas uma ambulância para transportar os pacientes para Natal. Equipamentos também se perdiam por falta de uso.
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