Os pais que moveram a ação foram representados legalmente por advogados da União Americanos de Liberdades Civis (ACLU, na sigla em inglês). A escola alegou que o quadro estava entre diversas outras imagens de personalidades históricas e ex-alunos homenageados e, portanto, não favorecia uma religião em detrimento de qualquer outra. Mesmo assim, a rede municipal de educação fez um acordo com a família, removendo a imagem e pagando cerca de US$ 100 mil de despesas legais.
“Tudo isso foi desnecessário. A lei é muito clara… A exibição desse tipo de artefato religioso numa escola pública é inconstitucional”, disse o advogado James Hardiman, da ACLU, à Associated Press.
Os advogados da escola decidiram fazer um acordo quando a seguradora do distrito de Jackson informou que não cobriria os custos legais do processo. O retrato de Jesus, porém, continua na escola, dentro de um cômodo com outras obras de arte, e só aparece em público durante eventos específicos, como encontros de oração.
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