— Toda vez que o tribunal contemporiza, estimula o descumprimento da lei. Essa campanha eleitoral promete. A Justiça eleitoral tem que agir com rédeas curtas. Para o meu gosto, (o tribunal) já está flexibilizando no tocante à campanha eleitoral. O que já tivemos no início deste ano e até no ano passado foi o desvirtuamento da propaganda partidária, que tem que ser para realçar a plataforma do partido. Houve sim propaganda eleitoral que invadiu nossos lares — criticou Marco Aurélio.
Indagado se o passado de atuais ministros do TSE, entre eles o próprio Tóffoli — que foi advogado do PT — além de outros ministros que também já advogaram para partidos, poderia influenciar nesta flexibilização, Marco Aurélio negou e disse que era uma questão de concepção da justiça eleitoral, que acredita que todos agirão com equidistância. Mas mandou um recado para Tóffoli, que presidirá as eleições:
—Tenho falado muito com ele e ele tem me ouvido. Os olhos da nação estarão direcionados para a atuação dele e todos da Justiça Eleitoral.
Os dados parciais também mostram que o TSE superou a meta do recadastramento biométrico nas eleições deste ano. A meta era recadastrar 22 milhões de eleitores e, os dados parciais mostram que 23.381.756 brasileiros votarão este ano utilizando a biometria, o que garante maior segurança na identificação do eleitor.
O Globo
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