Segundo Singer, a novidade só vale no Brasil, que se tornou o maior mercado mundial do Lulu, com 3 milhões de usuárias do sexo feminino e 500 mil homens cadastrados espontaneamente. Em segundo lugar vem os EUA, mas a empresa não divulga os números absolutos daquele país.
Além disso, também a partir desta segunda-feira, homens brasileiros que se logarem no Lulu antes do Natal poderão ter acesso à sua nota numérica, que antes só podia ser vista pelas mulheres. Outros detalhes, como as avaliações completas e as hashtags positivas e negativas, continuam sendo exclusividade feminina.
O novo recurso é experimental e só funcionará na web. Homens não conseguirão ver sua nota nos aplicativos para Android e iOS.
As novidades, segundo a diretora, são uma espécie de “presente” aos homens brasileiros, cuja nota média no app é de 7,8, maior que a mundial, de 7,5.
“Estamos fazendo isso porque decidimos que só queremos ‘bons partidos’ no Lulu. Ou seja, caras que são abertos a feedback e que querem ser vistos por milhões de garotas”, afirma Singer.
Ela nega que as mudanças tenham sido fruto das ameaças de processo que o serviço sofreu no Brasil e diz que o Lulu sempre obedeceu as leis locais.
Folha
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