Euripedes Dias

terça-feira, 19 de junho de 2012

Eventos - Divulgada a programação dos Festejos Juninos de Jandaíra em 2012



CONFIRA A PROGRAMAÇÃO 

DATA: 22/06/2012
HORÁRIO: 17:00 HORAS
LOCAL: PRAÇA DE EVENTOS

ANIMAÇÃO:
  • VALÉRIO DOS TECLADOS
  • DEDÉ SILVA & JAQUE SANTOS
  • FORROZÃO O VELHO E O BOY
  • HAILLY LIMA
  • NENÉM SANFONEIRO


HAVERÁ A APRESENTAÇÕES DE 10 QUADRILHAS JUNINAS

      ·   ENTRO EDUCATIVO CIRANDA DO SABER – CRECHE
      ·   ESCOLA MUNICIPAL JOSÉ ASSUNÇÃO COSTA
      ·  ESCOLA MUNICIPAL JOSÉ MARIA DOS SANTOS
      ·   ESCOLA ESTADUAL FABRÍCIO PEDROSA
      ·  ESCOLA ESTADUAL MARIA DA CONCEIÇÃO MESSIAS
      ·  PROJOVEM
      ·  PROGRAMA DE ERRADICAÇÃO DO TRABALHO INFANTIL - PETI
      ·  CENTRO DE CONVIVÊNCIA DOS IDOSOS
      ·  GRUPO DE JOVENS DA PARÓQUIA DE SÃO JOSÉ OPERÁRIO
      ·  QUADRILHA SOL DO NORTE - NATAL


       BARRACAS COM COMIDAS TÍPICAS
       CANTINHO JUNINO

REALIZAÇÃO

PREFEITURA MUNICIPAL DE JANDAÌRA ATRAVÉS DAS SECRETARIAS DE EVENTOS, EDUCAÇÃO E ASSISTÊNCIA SOCIAL.

FONTE: JANDAÍRA EM FOCO

Justiça potiguar manda Google retirar blog do ar


O juiz Marcos José Sampaio de Freitas Júnior, da Comarca de Monte Alegre, determinou que o Google Brasil Internet Ltda. que: no prazo de 24 horas a contar da intimação da decisão, retire o “blog” www.faladormontealegrense.blogspot.com.br da rede mundial de computadores.
O magistrado determinou que, no prazo de 15 dias, forneça o IP (internet protocol) do usuário, origem do provedor e todas as informações colhidas no cadastro inicial para a criação do “blog” objeto da ação judicial. Ele estipulou ainda uma multa diária de mil reais para o caso de descumprimento de qualquer dos comandos da decisão.
A parte autora, que é uma empresa, alegou, que tomou conhecimento de que há uma página da internet – www.faladormontealegrense.blogspot.com.br – denegrindo sua imagem comercial, produzindo matérias de cunho difamatório, calunioso e injurioso, sem possuir identificação de quem seja a pessoa responsável pelas matérias, de modo que a responsabilidade passa a ser exclusivamente da Google, que aporta e permite a respectiva veiculação.
Assim, pleiteou liminar para que seja determinado à Google que, em 24 horas, proceda à remoção da página e que sejam fornecidos pela empresa o IP (internet protocol) do usuário, origem do provedor e todas as informações colhidas do cadastro inicial para a criação do “blog”.
O juiz observou, numa primeira análise, que os meios conferidos pelo ordenamento jurídico ao autor são o direito de resposta e a indenização pelos danos causados nas esferas material, moral e à imagem. A exceção, enunciada pela própria Constituição, concerne às manifestações do pensamento feitas de forma anônima. A essas não é conferida proteção, justamente porque inviabilizam o mecanismo de responsabilização.
Para o magistrado, há ensejo, portanto, à retirada imediata da página de circulação, vez que constituída de comentários anônimos, os quais não desfrutam de nenhuma proteção constitucional. Importante ter em conta que em nenhum ponto da página há a identificação efetiva da pessoa responsável pelos escritos, existindo tão somente, na exibição do perfil, a expressão “Falador Montealegrense” como nome.
O juiz destacou que existe o fundado receio de dano irreparável, vez que aquele que se sente ofendido possivelmente jamais poderá demandar a responsabilização cível e criminal dos autores dos escritos.
fonte: tjrn / blog do bg

Osvaldo Cruz está “quebrado”


Reportagem de Ciro Marques para o Jornal de Hoje mostra que a situação do Desembargador Osvaldo Cruz não estaria nada boa. Segue:
No popular, Osvaldo Cruz está “quebrado”, “deve, não nega, paga quando puder”. No termo jurídico, o desembargador e ex-presidente do Tribunal de Justiça do RN (TJ/RN), está em “insolvência civil”, sem conseguir honrar suas dividas e precisando se desfazer de bens para quitá-las. Bom, pelo menos é essa a situação financeira vivida pelo magistrado e descrita pelo advogado Armando Hollanda, que defende Cruz nos processos instaurados no Superior Tribunal de Justiça (STJ) e Conselho Nacional de Justiça (CNJ). Situação essa, inclusive, que vai ser usada pela defesa para mostrar que o desembargador não se beneficiava com o desvio de dinheiro da Divisão de Precatórios do TJ.
“Queremos mostrar que não era Osvaldo Cruz que pagava 11 mil euros de diária em hotel luxuoso em Paris. O desembargador não está apenas em dificuldade financeira, ele está em insolvência civil”, afirmou Hollanda, que revelou ser padrinho da filha de Cruz e, por isso, não cobra qualquer valor de honorário advocatício para fazer a defesa. “Não estou recebendo um centavo, ele é meu ‘compadre’”, justificou.
Segundo Armando Hollanda, a defesa vai apresentar as declarações de imposto de renda de Osvaldo Cruz, da mulher dele, Izalva, das duas filhas e dos dois genros, para mostrar que seus patrimônios estão compatíveis com suas rendas familiares. Com um salário médio de R$ 25 mil, esperava-se que o desembargador do TJ não estivesse em tal “insolvência civil”.
Conforme revelou a defesa, Osvaldo Cruz possui apenas um carro – de segunda mão – financiado, glebas de terras em Taipu. “Tinha também uma casa de praia em Touros há mais de 30 anos, mas não sei se foi financiada e se ele ainda tem”, afirmou o advogado. Um apartamento, de valor não revelado, mas localizado na avenida Romualdo Galvão, e de propriedade do desembargador, já estaria sendo negociado para a quitação de dívidas pessoais.
“Vamos publicar voluntariamente todos os contratos de débitos bancários e contratos consignados em folha. O limite de empréstimos consignados que Osvaldo Cruz e a mulher poderiam fazer, por sinal, já foram atingidos. Ou seja: eles já não podem mais fazer qualquer novo empréstimo”, explicou Hollanda.
A gravidade da situação financeira, por sinal, está fazendo o desembargador se mudar do atual local onde mora, alugado, para a casa de uma das filhas, simplesmente, por não ter como “pagar o aluguel”. E, antes que qualquer um se adiante e afirme que o problema das dívidas atuais podem ser consequências de algum “extra” que ele recebia antes e, agora, não recebe mais, Armando Hollanda justifica que, assim que as notícias de um eventual envolvimento do desembargador nos desvios de dinheiro da Divisão dos Precatórios do TJ começaram a ser publicadas, ele não conseguiu mais renegociar seus débitos.
“Osvaldo Cruz deve a cinco bancos e as dívidas que antes poderiam ser renegociadas, passaram a ser cobradas tão logo as notícias contra ele começaram a sair. A situação financeira ficou mais difícil e ele passou a ter que pagá-las sem ter como fazer isso”, Armando Hollanda.
INSOLVÊNCIA CIVIL
Insolvência é uma situação onde a pessoa física que contrai uma determinada dívida, assume para si uma responsabilidade, sem estar devidamente respaldada pelo potencial financeiro de seus bens móveis e imóveis.
Os efeitos da situação de insolvência são: o vencimento antecipado das dívidas do devedor; arrecadação de todos os bens do devedor passíveis de penhora, seja os atuais, ou os adquiridos ao curso do processo; a execução por todos os credores do devedor.
fonte: blog do bg

Tuiteiros confiam mais em indicações de amigos do que em publicidade nas redes socias


A “geração social”, composta por consumidores de 12 a 30 anos de idade, exige bem mais das marcas do que a publicidade tradicional se acostumou a oferecer. Altamente conectado, esse grupo rejeita produtos que interrompam seu momento de entretenimento. Por isso, a ordem é se aproximar do consumidor e associar uma marca a um serviço útil para um determinado nicho de clientes.
A medida do sucesso de uma campanha voltada para essa audiência é a quantidade de recomendações obtidas nas redes sociais. Um estudo apresentado pela empresa Go Viral no Cannes Lions Festival Internacional de Criatividade, evento que tem o o Grupo Estado, que publica o Jornal da Tarde, como representante oficial no Brasil, mostra que a chamada “geração social” concentra hoje 50% do poder de compra dos Estados Unidos.
A tendência é que esse domínio aumente, já que os consumidores que agora chegam à adolescência têm o mesmo padrão de comportamento. “Esse público gasta mais tempo na internet do que em frente à TV. Na verdade, a televisão não entra sequer em suas dez principais atividades”, explica René Rechtman, presidente da Go Viral, que faz parte do grupo de internet AOL.
Essa “publicidade de serviço” não precisa necessariamente chegar ao consumidor diretamente – na maioria das vezes, chegará via Facebook ou Twitter. “Acabou a era de agradar ao indivíduo. O importante é falar com o grupo, com as pessoas em quem ele confia”, diz Rechtman. Hoje, no entanto, a maior parte do trabalho feito na internet ainda adapta o que era feito na TV e na mídia impressa. “Só 20% do gasto com mídia online tem algum tipo de conteúdo. O restante é estático, justamente o que o consumidor não quer.”
Para buscar interação com o consumidor, as marcas precisam criar campanhas a partir de temas. A Nike criou um bracelete que conta as calorias queimadas ao longo do dia – o objetivo da campanha era incentivar a prática de exercícios físicos, o que indiretamente ajuda em seu negócio. Já a Starbucks criou um aplicativo para smartphones a partir do qual seus clientes podem pedir um café antes de chegar à loja, recebem informações sobre as calorias e podem conversar com outras pessoas que gostam da mesma bebida.
Uma pesquisa da Nielsen, divulgada em abril no Brasil, mostra que o caminho da busca de proximidade nas redes sociais estar correto. Os meios mais confiáveis apontados por consumidores para basear uma compra foram: recomendações de pessoas conhecidas (90%) e opiniões de consumidores postadas online (70%). No entanto, entre os anúncios tradicionais, os de televisão foram citados por 64%, enquanto os banners veiculados em site de internet só foram citados por 33%.
As agências brasileiras já se concentram na tarefa de inovar em termos de veiculação – a campanha passa a ser hospedada em um ambiente criado pela própria marca, como um site corporativo ou uma página no Facebook -, mas o País está atrasado neste movimento. Um dos motivos, segundo publicitários, é a grande influência que a TV aberta ainda exerce no consumidor brasileiro.
“O anunciante quer saber os resultados. E a mídia tradicional tem essas métricas bem definidas de quanto um investimento em publicidade vai impactar no resultado”, explica Patrícia Marinho, vice-presidente de atendimento da Giovani+DraftFcb.
No entanto, quando o cliente concorda em fazer uma aposta ousada, é possível casar um conteúdo de interesse geral como uma marca. O sócio da agência digital iThink, Marcelo Tripoli, cita um trabalho que a empresa fez para o banco Santander. Ao identificar entre os gerentes de agências a carência de informação entre pequenos empreendedores, a instituição autorizou a produção de um reality show chamado Conexões de Ideias. Foram escolhidos três empresários, que receberam dicas para melhorar seus projetos.
Os vídeos, de 5 a 10 minutos de duração, foram postados no YouTube, no Facebook, no Twitter, num site criado pelo banco e também em associação com portais informativos de internet, como Terra e MSN. Com a estratégia, Tripoli diz ter atingido cerca de 150 mil pessoas. “Qualquer um pode contar sua história hoje nas redes sociais. O que nós fizemos neste caso foi uma curadoria de conteúdo. Adaptamos e produzimos para atingir um público maior.”
Efetividade
Para a executiva da Giovani+DraftFcb, os resultados na internet ainda palidecem em relação à mídia tradicional. Ela lembra que um filme de 30 segundos, veiculado na novela das nove da Rede Globo, vai atingir mais de 3 milhões de pessoas só em São Paulo.

A internet, no entanto, precisa ser usada para mostrar que uma companhia está interessada em associar seu nome a estratégias inovadoras. O mundo ideal, segundo Patricia Marinho, seria a empresa gastar pelo menos 30% de sua verba em apostas que não estão voltadas diretamente para a sobrevivência do dia a dia do negócio. “Uma parte deste dinheiro teria de ir para as iniciativas digitais e outra para ações realmente inovadoras, para modificar a imagem que o consumidor tem de uma marca ou produto.”
Fonte: Jornal da Tarde

Juiz responsável pela operação que desmantelou esquema “cachoeira” relata ameaças de morte e pede afastamento


O juiz federal Paulo Augusto Moreira Lima, que comandava a Operação Monte Carlo, relata ser alvo de ameaças de morte, revela que homicídios podem ter sido cometidos por integrantes do esquema do contraventor Carlinhos Cachoeira e pede para ser tirado do caso.
Em ofício encaminhado no último dia 13 ao corregedor Geral do Tribunal Regional Federal da 1ª Região, Carlos Olavo, o juiz federal afirma não ter mais condições de permanecer no caso por estar em “situação de extrema exposição junto à criminalidade do estado de Goiás”. E para evitar represálias, revela que deixará o país temporariamente.
No documento, a que o Estado teve acesso, o juiz relata que segue esquema rígido de segurança por recomendação da Polícia Federal, mas revela que sua família foi recentemente abordada por policiais e diz que foi alertado da possibilidade de sofrer represálias nos próximos meses.
“Minha família, em sua própria residência, foi procurada por policiais que gostariam de conversar a respeito do processo atinente a Operação Monte Carlo, em nítida ameaça velada, visto que mostraram que sabem quem são meus familiares e onde moram”, diz no documento.
Lima indica que investigados pela Operação Monte Carlos podem estar relacionados a assassinatos cometidos recentemente, o que configuraria queima de arquivo. “Pelo que se tem informação, até o presente momento, há crimes de homicídio provavelmente praticados a mando por réus do processo pertinente à Operação Monte Carlo, o que reforça a periculosidade da quadrilha”, relata.
Nas cinco páginas em que explica o pedido para deixar o caso, Lima elenca os recentes processos polêmicos que comandou. À frente da Operação Monte Carlo, 79 réus foram denunciados, sendo 35 policiais federais, civis e militares. E por ter determinado o afastamento dos policiais de suas funções, afirma que não pôde ser removido para varas no interior do Estado “por não haver condições adequadas de segurança”.
Em setembro, Lima afirma que tirará os três meses de férias que teria acumulado e sairá do país por “questões de segurança”. Mas mesmo assim afirma que ficará marcado por sua atuação neste caso. “Infelizmente, Excelência, Goiânia/GO é uma cidade pequena, onde todos se conhecem, e terei que conviver com as consequências da Operação Monte Carlo e dessas outras operações por muito tempo, principalmente porque nasci e fui criado nesta cidade”, afirma o juiz.
Suspeição. O juiz federal titular da 11ª Vara em Goiás, Leão Aparecido Alves, deve herdar o comando do processo. Mas suas relações pessoais podem colocá-lo sob suspeita. Alves admitiu, recentemente, ser amigo há 19 anos de um dos investigados – José Olímpio de Queiroga Neto, suspeitado de ser o responsável pela escolha de pessoas que poderiam integrar as atividades do grupo e de repassar porcentagem dos lucros das casas de jogos a Carlinhos Cachoeira.
Fonte: Estadão

Aloprados: 6 anos depois, Justiça abre ação penal e petistas vão ao banco de réus



Num instante em que o PT inquieta-se com a proximidade do julgamento do mensalão no STF, um segundo fantasma ressurge do passado para assombrar a legenda na eleição municipal de 2012. Sem estrondos, o juiz federal Paulo Cézar Alves Sodré, titular da 7Vara Criminal da Seção Judiciária de Mato Grosso, abriu há quatro dias uma ação penal contra os petistas envolvidos no caso que ficou conhecido como escândalo do Dossiê dos Aloprados.

Datado de 15 de junho, o despacho do magistrado converteu em réus nove personagens que tiveram participação na tentativa de compra de documentos forjados que vinculariam o tucano José Serra à máfia das ambulâncias superfaturadas do Ministério da Saúde. Entre os encrencados, seis são petistas. Os outros três são ligados a uma casa de câmbio usada para encobrir a origem de parte do dinheiro que seria usado na transação.
O caso escalara as manchetes às vésperas do primeiro turno das eleições gerais de 2006, quando a Polícia Federal prendeu em flagrante, no Hotel Íbis, próximo do aeroporto de Congonhas, em São Paulo, dois petistas portando R$ 1,7 milhão (uma parte em dólares). Exposto no noticiário da época (veja foto lá no alto), o dinheiro seria usado na transação. Relegado ao esquecimento, o episódio parecia condenado ao arquivo. Engano. Acaba de renascer.
Deve-se a ressurreição a três procuradores da República: Douglas Santos Araújo, Ludmila Bortoleto Monteiro e Marcellus Barbosa Lima. Lotados no Ministério Público Federal de Cuiabá, eles formalizaram em 14 de junho, quinta-feira da semana passada, uma denúncia contra os acusados. Recebida pelo juiz Paulo Cézar, a peça deu origem à ação penal aberta no dia seguinte.
No seu despacho, o magistrado determinou a citação dos réus para que respondam às acusações “no prazo de dez dias”. As citações serão feitas por meio de cartas precatórias, já que a maioria dos acusados não mora em Cuiabá, sede da 7Vara Criminal de Mato Grosso. São os seguintes os ‘aloprados’ que serão intimados a prestar contas à Justiça:
1Gedimar Pereira Passos: policial federal aposentado, foi preso em flagrante pela Polícia Federal no hotel de São Paulo. Gedimar (foto à esquerda) portava R$ 700 mil em dinheiro. Integrava o comitê da campanha à reeleição de Lula, em 2006. Foi escalado pelo PT para pagar o dossiê urdido contra o tucano Serra.

2Valdebran Carlos Padilha da Silva: empresário matrogrossense, era filiado ao PT e operava como coletor informal de verbas eleitorias para o partido. Foi ele quem informou ao PT federal sobre a existência do dossiê. Estava junto com Gedimar Passos no hotel paulistano. Também foi preso. Carregava R$ 1 milhão.
3Jorge Lorenzetti: ex-diretor do Banco do Estado de Santa Catarina, é amigo de Lula, para quem assava churrascos na Granja do Torto, em Brasília. Lorenzetti (foto à direita) integrou o comitê de campanha do PT, em 2006, como chefe do Grupo de Trabalho de Informação. Chefiava uma equipe voltada a ações de espionagem e “inteligência”. Comandou a malograda tentativa de compra do dossiê.

4Expedido Afonso Veloso: ex-diretor do Banco do Brasil, também compôs a equipe do comitê reeleitoral de Lula. Reportava-se a Lorenzetti. Foi escalado para viajar a Cuiabá a fim de analisar os dados contidos no dossiê montado contra Serra.
5Oswaldo Martines Bargas: amigo de Lula dos tempos de militância sindical no ABC paulista, integrava o núcleo de “inteligência” da campanha nacional do PT. Recebeu de Lorenzetti a ordem para acompanhar Expedido Veloso na viagem a Cuiabá. Juntos, deveriam presenciar uma entrevista dos vendedores do dossiê –os empresários matogrossenses Darci e Luiz Antônio Vedoin, pai e filho— à revista IstoÉ. A entrevista, informa o Ministério Público, era parte da trama. Destinava-se a dar visibilidade às denúncias contra Serra.
6Hamilton Broglia Feitosa Lacerda: atuava em 2006 como coordenador da campanha do ex-senador Aloizio Mercadante. Então candidato ao governo de São Paulo, Mercadante media forças com Serra, que prevaleceu nas urnas. Hamilton Lacerda (foto à esquerda) foi filmado pelo circuito interno de câmeras do hotel Íbis entregando dinheiro a Gedimar Passos, o policial federal que foi preso em flagrante. Foram duas remessas. Numa, as notas estavam acondicionadas numa valise. Noutra, em sacolas.

7Fernando Manoel Ribas Soares: era sócio majoritário da Vicatur Câmbio e Turismo Ltda, empresa utilizada no esquema para lavar parte dos dólares que financiariam a compra do dossiê.
8Sirley da Silva Chaves: Também ex-proprietária da Vicatur, recrutou pessoas humildes para servir como “laranjas” na aquisição de parte dos dólares apreendidos pela PF no hotel de São Paulo.
9Levy Luiz da Silva Filho: cunhado de Sirley, foi um dos “laranjas” utilizados no esquema. Em troca de uma comissão de R$ 2 mil, emprestou o próprio nome e recolheu as assinaturas de outros sete integrantes de sua família –um laranjal que incluiu dos pais aos avós. Rubricavam boletos de venda de moeda americana em branco. Eram preenchidos na Vicatur.
Para redigir a denúncia encaminhada ao juiz Paulo Cézar, os procuradores Douglas Araújo, Ludmila Monteiro e Marcellus Lima valeram-se de informações coletas em inquérito da Polícia Federal e numa CPI do Congresso. Só o trabalho da PF, anexado ao processo de número 2006.36.00.013287-3, reúne mais de 2.000 folhas. Foram inquiridas cinco dezenas de pessoas. Realizaram-se 28 diligências. Quebram-se os sigilos fiscal, bancário e telefônico dos envolvidos.
Imaginava-se que o esforço resultara em nada. Mas os procuradores encontraram nos volumes do processo matéria prima para a denúncia. E o juiz considerou que ficou “demonstrada a existência da materialidade e de indícios de autoria” dos crimes. Daí a conversão da denúncia em ação penal e a transformação dos acusados em réus.
No miolo da denúncia do Ministério Público, obtida pelo blog, ressoa uma pergunta que monopolizou o noticiário na época do escândalo: de onde veio o dinheiro? A resposta contida nos autos, por parcial, frustra as expectativas. Mas não completamente. Os procuradores anotam que “grande parte do dinheiro” apreendido pela PF no hotel de São Paulo não teve a origem detectada. Por quê? “Apresentava-se em notas velhas, sem sequenciamento de número de ordem e sem identificação da instituição financeira.” Porém…
Foi possível rastrear uma “parte diminuta das cédulas” recolhidas pela PF na batida policial de 15 de setembro de 2006. Eram dólares. “Cédulas novas, que estavam arrumadas em maços sequenciais.” Servindo-se dos números de série das notas, a Divisão de Combate ao Crime Organizado de Brasília requisitou informações ao governo dos EUA. “Em resposta, o Departamento de Justiça Americano informou que os dólares tiveram origem em Miami”, anotam os procuradores na denúncia.
Seguindo o rastro do dinheiro, descobriu-se que parte dos dólares fez escala numa casa bancária da Alemanha, o Commerzbank. Dali, o lote foi remetido, em 16 de agosto de 2006, para o Banco Sofisa S/A, sediado em São Paulo. Para desassossego dos “aloprados”, o Federal Bureau of Investigation dos EUA farejou a origem de outro naco de dólares apreendidos pela PF. Coisa de US$ 248,8 mil. Compunham um lote de US$ 15 milhões adquirido em 14 de agosto de 2006 pelo mesmo Banco Sofisa junto à filial do alemão Commerzabak em Miami.
Munido das informações, os investigadores acionaram o Banco Central. A quebra dos sigilos bancários levou à seguinte descoberta: parte dos dólares apreendidos no hotel paulistano em poder de Gedimar Passos e Valdebran Padilha havia saída do Banco Sofisa para a corretora de câmbio Dillon S/A, sediada no Rio. Dali, as notas foram repassadas, em várias operações de compra, à Vicatur Câmbio e Turismo Ltda., também do Rio.
Na sequência, o Núcleo de Inteligência da PF varejou a clientela da casa de câmbio Vicatur. Chegou-se, então, ao ‘laranjal’ composto de pessoas humildes. Gente que, sem renda para adquirir dólares, foi usada para dificultar o rastreamento do dinheiro. Inquirido, Levy Luiz da Silva Filho, um dos réus do processo, confessou que servira de laranja. Mais: reconheceu que, em troca de uma comissão de R$ 2 mil, coletara as assinaturas de sete familiares. Juntos, “compraram” na Vicatur o equivalente a R$ 284.857 em moeda americana.
Os procuradores escreveram na denúncia: “Ocorre que, não por mera coincidência, verificou-se que a soma exata de R$ 248,8 mil vendidos a clientes finais pela empresa Vicatur (todos ‘laranjas’conforme depoimentos prestadoso) correspondia à mesma soma dos valores apreendidos” com os petistas Gedimar e Valdebran.
“Desse modo”, concluíram os procuradores, “constata-se que Gedimar Pereira Passos, Valdebran Padilha, Expedito Veloso, Hamilton Lacerda, Jorge Lorenzetti e Osvaldo Bargas se associaram subjetiva e objetivamente, de forma estável e permanente, para a prática de crimes contra o sistema financeiro nacional e de lavagem de dinheiro”.
Crimes que “tinham por fim a desestabilização da campanha eleitoral de 2006 ao governo do Estado de São Paulo através de criação de vínculo entre o candidato do PSDB [Serra] à máfia dos Sanguessugas [que superfaturava ambulâncias com verbas do Ministério da Saúde] e, com isso, favorecer o então candidato do PT [Mercadante].”
Em notícia veiculada em junho do ano passado, a revista Veja revelara que, em conversas com companheiros de partido, um dos ‘aloprados’, Expedito Veloso (foto ao lado), revelara que o verdadeiro mentor do plano do dossiê fora Aloizio Mercadante. Nessa época, o então senador chefiava o Ministério da Ciência e Tecnologia, sob Dilma Rousseff. As conversas foram gravadas e expostas no site da revista.

No áudio, Expedito declara a certa altura: “O plano foi tocado pelo núcleo de inteligência do PT, mas com o conhecimento e a autorização do senador. Ele, inclusive, era o encarregado de arrecadar parte do dinheiro em São Paulo”. Segundo Expedito, Mercadante associara-se ao presidente do PMDB de São Paulo, Orestes Quércia, morto no final de 2010.
“Faltavam seis pontos para haver segundo turno na eleição de São Paulo”, prosseguiu Expedito. “Os dois [Mercadante e Quércia] fizeram essa parceria, inclusive financeira. [...] As fontes [do dinheiro] são mais de uma. [...] Parte vinha do PT de São Paulo. A mais significativa que eu sei era do Quércia.”
Mercadante negou as acusações. Ele chegara a ser indiciado pela PF no inquérito aberto em 2006. Mas, seguindo parecer da Procuradoria-Geral da República, o STF anulou o indicamento por falta de provas. Agora, em ofício enviado ao juiz Paulo Cézar, os procuradores Douglas Araújo, Ludmila Monteiro e Marcellus Lima voltaram a excluir Mercadante da grelha.
Anotaram: “Relativamente ao crime eleitoral, a autoridade policial, em seu relatório, entendeu que a omissão de receita ou despesa em prestaçãoo de contas de campanha é crime previsto no artigo 350 do Código Eleitoral, o qual prevê que ‘constitui falsidade ideológica a ação de omitir, inserir ou fazer inserir declaraçãoo falsa ou diversa da que devia ser escrita, para fins eleitorais’.”
“No entanto”, prosseguem os procuradores no texto, “certo é que o próprio STF já afastou a modalidade especial de falsidade ideological, por ausência de comprovação de dolo por parte do senador Aloizio Mercadante. Aliado a isso, os laudos de exame financeiro não demonstraram que os recursos provieram de campanha eleitoral.”
Mais adiante, vem a conclusão que excluiu Mercadante da nova denúncia: “Logo, de todo o conjunto probatório colhido, verifica-se a ausência de prova quanto à saída de recursos da caixa de campanha eleitoral, bem como a comprovação da existência de caixa dois para trânsito de recursos por meios ilícitos…”
Afora Mercadante, também o deputado Ricardo Berzoini foi mantido longe da denúncia. Ele presidia o PT em 2006. Coordenava o comitê reeleitoral de Lula. O núcleo de inteligência da campanha, ninho dos ‘aloprados’, reportava-se a Berzoini. Mas ficou entendido que quem comandou a ‘alopragem’ foi Lorenzetti, o churrasqueiro de Lula.
Texto de Josias de Souza

PPS realiza mais uma edição do Arraiá 23 neste sábado


Unir política com ‘arrastapé’. É esta a proposta do 4º Arraiá 23, organizado por Wober Júnior e os demais dirigentes do PPS/RN.
A festa, realizada no próximo sábado, promete muito forró, quadrilhas juninas e barracas de comidas típicas. O evento será realizado Wober Júnior e os demais dirigentes do PPS/RN.
fonte: blog do bg

Central do Cidadão de Macau é despejada por falta de pagamento



Está no Blog do Arafran Peter de Macau, muito bonito para o Governo da Rosa. Segue:
Central lacrada pela Justiça: Caminhão em frente a central para transportar os móveis
Oficiais de justiça estão neste momento no prédio da central do cidadão de Macau, fazendo cumprir mandato judicial referente ao processo nº 0800214-06.2012.8.20.0001, movido pela proprietária do imóvel, Elcione Xavier Barbosa Siqueira contra o Estado do RN, por falta de pagamento do aluguel.
Os oficiais lacraram o imóvel e estão retirando equipamentos e funcionários do local. Ação ajuizada em janeiro/2012, no Juizado Especial da Fazenda Pública de Natal/RN, quando o Estado estava inadimplente há seis meses (julho a dezembro/2011). Os atrasos eram recorrentes. O Estado já chegou a dever 16 meses! Atualmente esta inadimplente de julho de 2011 a atual. Os valores da dívida do estado com o proprietário do imóvel chega a R$ 18mil reais.
Em declaração a TN On Line, a advogada, Carmem Rita Siqueira  a proprietária do imóvel, Elcione Xavier Barbosa, tentou diversas vezes negociar com a Sejuc, secretária responsável pelas Centrais do Cidadão. “Nos últimos meses fomos desacreditados do pagamento. A secretaria informou que não há nem previsão. Um descaso..” afirmou a advogada.
O prédio térreo que abrigava a Central do Cidadão está localizado Rua Martins Ferreira, s/n, no Centro de Macau, ocupa um quarteirão inteiro. No local abrigava-se inúmeros serviços de atendimento ao público, agência bancárias, Tribunal Regional do Trabalho, Procon-RN, Detran entre tantos serviços que ficaram sem previsão de voltar a funcionar na cidade. O material destes órgãos estão sendo levados ao depósito da Justiça, pois não há outro local para abrigá-los.
blog do bg

Eleições 2012: Final de semana dos prefeitáveis de Pedra Preta.


Luiz de Haroldo (PSDB)
O prefeitável tucano iniciou o dia do sábado visitando a região da Beira do Rio, onde participou de um almoço na comunidade de Mundo Novo. Na oportunidade recebeu a adesão do sr. Damião e toda sua família.
No final da tarde, esteve na fazenda São Geraldo, onde fez uma visita de cortesia ao vereador Claudio Avelino e ao seu pai, o irmão Chico Geraldo.
No domingo pela manhã recebeu o apoio na residência do sr. Manoel Branco do irmão Joadí de Freitas, que já foi dirigente da Assembléia de Deus de Madureira no município de Pedra Preta.
Em seguida visitou a feira livre, ao lado do ex prefeito Cícero Avelino e a tarde se deslocou para a comunidade do Arisco, onde prestigiou a realização de um torneio de futebol.
Manoel Branco, Joadí e Luiz (PSDB).

Luiz, Michael e Rogério.



Adriano Teixeira (PMDB)

Já o pré candidato governista Adriano Teixeira (Pincel), iniciou a manhã do sábado em caminhada pelo Arisco. Ao meio dia almoçou na comunidade de Mundo Novo, e no final da tarde participou de um festival de pizzas no Assentamento Canto Comprido, promovido pelos evangeliscos da Assembléia de Deus, a convite do Pastor Isac. A noite encerrou sua programação na festa do padroeiro de Serra do Lombo. No domingo pela manhã visitou a feira livre do município e a tarde voltou a sua região (Arisco), onde prestigiou a realização de um torneio de futebol.
Adriano (PMDB) e Sr. Vicente.


Marione, Adriano, Vitória e Nita.
 FONTE: Foco Sertanejo

Aniversariante do dia...


A aniversariante desta terça-feira Geovana Martins

O blog Jandaíra em Foco e o Blog do Eurípedes Dias homenageia em nome de seus leitores (as), amiguinhos e familiares a garotinha Geovana Martins, pela passagem de mais uma data natalícia. Seus pais Hélio e Izabel, seu irmão Gustavo, sua avó Socorro, seus tios e tias, primos e primas a parabenizam e a desejam toda a felicidade do mundo nesse dia tão especial.

PARABÉNS, FELIZ ANIVERSÁRIO!!!
fonte: jandaíra em foco

Como é bom ser lembrado...


Marina e sua mãe a aniversariante desta segunda-feira Lurdinha

Quem esteve rasgando mais uma folhinha no seu calendário natalício nesta segunda-feira dia 18 de Junho, foi Lurdinha Nunes esposa do amigo Enilson.

Desejamos a aniversariante muitos anos de vida repletos de muita saúde, paz, sucesso e muitas realizações.

PARABÉNS, FELIZ ANIVERSÁRIO!!!
fonte: jandaíra em foco

Eleições 2012 - O prefeito Fábio Marinho fará o anuncio do nome do companheiro de Selmo na chapa da situação em Jandaíra


Prefeito de Jandaíra Fábio Marinho - PMDB

O mistério envolvendo o nome do pré-candidato a vice-prefeito que formará a chapa da situação em Jandaíra com José Selmo de Melo - PPS, parece ter chegado ao fim. O prefeito Fábio Marinho logo mais a noite, a partir das 20h em sua residencia, estará reunido com sua base aliada para anunciar o nome que foi escolhido pelo grupo para ser o companheiro de chapa de Selmo nas eleições de outubro próximo.

Ao fim da reunião, estaremos fazendo o anuncio oficial do nome escolhido para ser o vice de José Selmo de Melo, que juntos estarão homologando suas candidaturas na convenção municipal que será realizada no próximo dia 30 de Junho.

fonte: jandaíra em foco

segunda-feira, 18 de junho de 2012

Jandaíra: Aos Jandairenses: Silvano desafia Beto Roque em Jandaíra.


JORNALISTA WENDELL CAMARA 
O ADVOGADO WDAGNO FILHO DO EX PREFEITO SILVANO, AINDA PODERÁ SER O VICE DO PRE-CANDIDATO A PREFEITO BETO ROQUE SE TIVE UNIÃO DA OPOSIÇÃO OU PRE-CANDIDATO A PREFEITO SE A OPOSIÇÃO NÃO APOIO ELE COMO VICE

Mentira tem perna curta. Espalhou-se, em Jandaíra, a notícia de que Silvano teria se vendido ao grupo da situação liderado pelo prefeito Fábio Marinho. Informações extraoficiais dão conta de que o artifício estaria sendo utilizado pelo grupo liderado pelo pré-candidato, Beto Roque. O ex-prefeito, Silvano, afirma que essa nova mentira tem um prazo de validade de menos de 48 horas.

Para provar que a notícia não procede, Silvano resolveu fazer um desafio a Beto Roque. Ele aceita retomar as conversas, desiste da candidatura do filho, Wdagno, para prefeito e faz a composição para vencer as eleições com Beto Roque, desde que, o PR desista da formação da chapa com o vereador Marcone em favor de Wdagno para a vaga de vice na chapa.

Com esse desafio, fica mais do que provado que Silvano não se vendeu, caso contrario, não estaria abrindo uma nova possibilidade de aliança com o PR.
Se Beto Roque topar o desafio, as conversas podem ser retomadas, contudo, desta vez, colocando as cartas na mesa e conversando abertamente na presença dos líderes das famílias que acompanham a liderança de Silvano.

Os últimos episódios, em Jandaíra, provaram que o melhor nome para compor a chapa com Beto Roque é o nome de Wdagno. Se Beto Roque não aceitar a proposta de Silvano insistindo com Marcone (O POLÍTICO MEDALHA DE OURO NA MODALIDADE REJEIÇÃO DAS OLIMPÍADAS DE JANDAÍRA) na chapa, também ficará mais do que provado que quem manda em Beto Roque e mandará na gestão é Marcone, caso o PR vença as eleições.


Wendell Câmara

sábado, 16 de junho de 2012

JANDAÍRA: FOTOS DA FESTA DE ANIVERSÁRIO DA KATIANA FRANÇA.

O PREFEITO DE JANDAÍRA FABIO MARINHO, O BLOGUEIRO EURÍPEDES DIAS, EX-PREFEITO DE JANDAÍRA SILVANO, O PRE-CANDIDATO A PREFEITO DE JANDAÍRA SELMO, VEREADORA CONCEIÇÃO NA FESTA DE ANIVERSÁRIO DA KATIANA  
PREFEITO FABIO MARINHO, VALDO, PRE-CANDIDATO A PREFEITO SELMO,  EX- PREFEITO SILVANO
LUANA, BIA, A FILHA DA ANIVERSARIANTE KATIANA
MARCIA, SAMARA, FELIPE
AMARO NETO, PEDRO, VALDO, FELIPE
HILDA ESPOSA SELMO, O PRE-CANDIDATO SELMO, GRACINHA ESPOSA DO VEREADOR  MATIAS


SECRETARIA DAGUIA, LELEIDE, MARA, ROSA, REGIA


VALDO, PRE-CANDIDATO A PREFEITO SELMO, EX- PREFEITO SILVANO



AS IRMÃZINHAS KAYNARA, KATIANA ANIVERSARIANTE 


NINA, KATIANA, A FILHA DE KATIANA, SUELI
KATIANA, VEREADOR MATIAS 
O PRE-CANDIDATO A VEREADOR REGINALDO DANTAS, MAVINHO