
quarta-feira, 22 de abril de 2015
Votação do projeto que amplia terceirização pode ser concluída hoje.
O presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ) tentará hoje concluir a votação do projeto 4.330, que amplia a terceirização nas empresas. Uma semana após ser obrigado a adiar a votação dos destaques ao projeto, para evitar uma derrota no que é considerado o cerne da proposta – a extensão da terceirização para as atividades-fim – Cunha espera reunir aliados suficientes para concluir a votação mantendo o texto-base do projeto em relação a esse ponto.
O PT e outros partidos da base e da oposição querem retirar do texto a possibilidade de terceirização nas atividades-fim. Os petistas trabalharão, mais uma vez, para postergar o término da votação e, assim, ganhar tempo e aumentar a mobilização popular contra o texto. A CUT programou manifestação para esta quarta-feira contra o projeto. Sindicalistas e militantes irão se concentrar em frente à Câmara dos Deputados, a partir das 15h, para tentar evitar a aprovação do texto.
Brasileiros pagaram R$ 12,878 trilhões de impostos nos últimos 10 anos.
Os brasileiros pagaram, nos últimos 10 anos, R$ 12,878 trilhões em impostos, taxas e contribuições à União, estados e municípios aponta o Impostômetro da Associação Comercial de São Paulo (SP) que completa uma década nesta segunda-feira. Só neste ano, o equipamento estima que já foram pagos R$ 579,8 milhões em impostos até hoje.
“Esse número (R$ 18,878 trilhões) revela que a arrecadação cresceu muito mais do que a economia brasileira, o que significa que aumentou a contribuição compulsória de cada cidadão para os governos entre 2005 e 2015″, afirmou o presidente da ACSP, Alencar Burti, em nota à imprensa.
Mais de trinta acidentes foram registrados nas rodovias do RN.
Tribuna do Norte – A fiscalização, com foco o feriadão, realizada pela Polícia Rodoviária Federal (PRF) nas rodovias que cortam o Rio Grande do Norte teve início na sexta-feira (17) e se encerrará à meia noite desta quarta-feira (22). Até o momento, a “Operação Tiradentes” registrou 31 acidentes, com 17 pessoas feridas e três vítimas fatais.
Segundo o inspetor Cabral, da PRF, 1.263 testes de bafômetro foram realizados até a manhã de hoje, com a autuação de 20 motoristas que dirigiam após terem consumido bebidas alcoólicas. A Polícia Rodoviária também fiscalizou 2.058 veículos nos postos espalhados pelo Estado, além dos radares que flagraram 2.560 veículos trafegando com velocidade acima do limite permitido em diversos trechos do RN.
Há 30 anos morria Tancredo Neves, sem assumir a Presidência.

Há exatos trinta anos morria Tancredo Neves, no dia 21 de abril de 1985. Em 15 de janeiro do mesmo ano, o mineiro havia sido eleito, em eleição indireta pelo Congresso Nacional, o primeiro civil presidente da República após a ditadura militar, porém morreu antes de tomar posse. Quem assumiu foi seu vice, José Sarney.
Para vencer a disputa, o PMDB de Tancredo Neves, de Ulysses Guimarães e de tantas outras personalidades que lutaram contra o regime militar teve de se unir à chamada Frente Liberal, formada por dissidentes do PDS – partido de sustentação do governo militar.
No inicio de janeiro, o então deputado Ulysses Guimarães entregou a Tancredo o programa do partido, denominado de “Nova República”, que previa eleições diretas em todos os níveis, educação gratuita, congelamento de preços da cesta básica e dos transportes, entre outros.
Tancredo firmou com os brasileiros, que foram às ruas lutar pelas eleições diretas, o compromisso de virar a página da história do Brasil, colocando fim ao ciclo comandado pelos militares. Tancredo Neves conquistou os brasileiros de Norte a Sul e deu ao país perspectivas de uma pátria livre. Com a convocação da Assembleia Nacional Constituinte, prometeu banir o chamado “entulho autoritário”.
Com esperança e ânimos redobrados, os brasileiros esperavam ansiosos a chegada do dia 15 de março de 1985, quando Tancredo Neves assumiria os destinos do Brasil e os militares voltariam para as casernas.
No dia 12 de março, a maioria da população ficou decepcionada com o anúncio do ministério, integrado por lideranças da antiga Arena e que haviam migrado para a Frente Liberal.
As esperanças começaram a diminuir com a doença de Tancredo Neves, internado 12 horas antes da posse em um hospital de Brasília, onde se submeteu a uma cirurgia. O problema de saúde do presidente eleito foi comunicado na véspera de sua posse. No dia 15 de março, no lugar de Tancredo assume interinamente a Presidência da República o vice-presidente eleito, José Sarney.
Da noite de 14 de março até a noite de 21 de abril, brasileiros de todas as regiões, raças e credos oraram pela recuperação de Tancredo. As esperanças de tê-lo no comando do país acabaram na noite de 21 de abril, quando oficialmente foi anunciada sua morte. A tristeza e desesperança tomam conta do Brasil. Até o sepultamento, em 24 de abril, Tancredo recebeu homenagens de multidões de pessoas país afora.
Para o professor da Universidade de Brasília e cientista político Flávio Britto, Tancredo era a esperança. Segundo ele, sua morte acabou com o sonho de milhões de brasileiros que aguardavam as mudanças prometidas em campanha.
“Tancredo representava a efetiva esperança da redemocratização. Sua morte foi um momento de muita frustação e dor para o povo. A simbologia que ele passava era da verdadeira redemocratização. Todos acreditavam que o país iria entrar novamente nos trilhos.”
“Além de representar a esperança, Tancredo Neves tinha a aparência de uma pessoa muito próxima e simpática. Ele estava sempre sorridente, disposto a se aproximar das crianças. Era uma figura que passava confiança”, disse o professor Flávio Britto.
“A notícia da morte dele foi muito impactante. Havia uma união de solidariedade pela recuperação do presidente eleito. Todos torciam pela recuperação dele. Tancredo Neves foi transformado em uma espécie de herói nacional”, acrescentou Flávio Britto.
Agência Brasil
Tornado no oeste de Santa Catarina deixa dois mortos e 120 feridos.
O Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) confirmou na manhã desta terça-feira que um tornado atingiu a cidade de Xanxerê, no Oeste de Santa Catarina, no fim da tarde desta segunda-feira. Duas pessoas morreram e 120 pessoas ficaram feridas – três em estado grave, que estão internados em hospitais de cidades vizinhas. Segundo informações do governo do estado, o tornado atingiu 500 casas em sete bairros do município.
Estima-se que o tornado, na escala de classificação que vai de zero a cinco, tenha sido de nível dois. Os ventos podem ter ultrapassado a velocidade de 200 km/h às 15 horas, horário do fenômeno.
O tornado é uma coluna giratória e violenta de ar entre a nuvem e o solo. Segundo o Inmet, é a mais destrutiva de todas as tempestades na escala de classificação dos fenômenos atmosféricos.
Um dos mortos é um homem, que ficou abraçado aos filhos tentando protegê-los dos escombros. Uma das crianças, um menino de 4 anos, está internado na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) de um hospital em Chapecó.
De acordo com o Corpo de Bombeiros de Santa Catarina, 20 pessoas foram encaminhadas com ferimentos aos hospitais da região, com ferimentos que vão de cortes a amputações.
Dois coordenadores regionais da Defesa Civil de Santa Catarina trabalham em Xanxerê para realizar um levantamento do número de afetados, desabrigados e ou desalojados. Durante o temporal isolado, cinco torres de energia, que suportariam ventos de até 200 km/h, foram arrancadas do solo e 200 mil casas estão sem energia elétrica.
Segundo o coordenador regional de Xanxerê, Luciano Peri, várias pessoas foram levadas com ferimentos para unidades de saúde do município. Um ginásio de esportes desabou.
O município ainda sofre com problemas no abastecimento de água e sinal de telefonia. Os sistemas devem ser restabelecidos ainda nesta terça-feira. As famílias que tiveram as casas destruídas passaram a noite em abrigos da cidade.
O Globo
SALT: o maior escândalo de desvios e sonegação da história do RN.
O Blog do Eurípedes Dias reproduz texto de Daniel Menezes do excelente Portal O Potiguar. SEGUE oportuno texto de Daniel:
A operação Salt no RN, que teve sua terceira fase deflagrada esta semana, alcançou o empresário Edivaldo Fagundes. Conforme a polícia federal e o ministério público federal, ele é o líder de um grande esquema de sonegação e fraudes avaliado em 500 milhões de reais.
Estamos falando de 25% de toda a corrupção avaliada pelo MPF no caso da operação lava jato. Com um significativo detalhe: o RN não chega aos pés em orçamento da Petrobras. É, sem a menor dúvida, o mais impactante acontecimento nessa seara na história do combalido Rio Grande do Norte.
Em que pese os números colossais, os blogs, portais e jornais apenas se restringiram a mera publicação do release do ministério público e uma nota sobre a prisão e posterior soltura de Edvaldo Fagundes e praticamente toda a sua família. Só, a bem da verdade, o Jornal de Hoje, o BlogdoBG e o blog do primo, além deste O Potiguar, tiveram o cuidado de demonstrar as ligações econômicas e políticas do grupo com o RN, em especial, com o DEM de José Agripino, Rosalba e Claúdia Regina.
Leia esta condensação da matéria da revista Isto É publicada em 2013:
“De acordo com a investigação do MPF, recursos do governo do Estado saíam dos cofres públicos para empresas que financiam campanhas do DEM por meio de um esquema de concessão de incentivos fiscais e sonegação de tributo, que contava com empresas de fachada e firmas em nome de laranjas.
O esquema de Caixa 2 tem, segundo o MP, seu ‘homem da mala’. O autor do drible ao fisco é o empresário Edvaldo Fagundes, que a partir do pequeno estabelecimento ‘Sucata do Edvaldo’ construiu, em duas décadas, patrimônio bilionário.
No rastreamento financeiro da Receita Federal, a PF identificou fraude de sonegação estimada em R$ 430 milhões”, apontou a revista.
Além disso, a Istoé afirma que o empresário é acusado de não pagar tributos, mas investe pesado na campanha do DEM. “Nas eleições de 2012, Edvaldo Fagundes não só vestiu a camisa do partido como pintou um de seus helicópteros com o número da sigla. A aeronave ficou à disposição da candidata Cláudia Regina (DEM), pupila do senador José Agripino.
Empresas de Edvaldo, que a Polícia Federal descobriu serem de fachada, doaram oficialmente mais de R$ 400 mil à campanha da candidata do DEM. Mas investigação do Ministério Público apontou que pelo menos outros R$ 2 milhões deixaram as contas de Edvaldo rumo ao comitê financeiro da legenda por meio de Caixa 2″.
A revista não cita, mas é importante lembrar que esse “Caixa 2″ na campanha de Cláudia Regina já foi alvo de uma das 10 condenações sofridas por ela só no primeiro grau da Justiça Eleitoral.
A ligação do grupo com o governo do estado e com partidos políticos foi e continua a ser apontada pelo MPF e pela PF.
O que faz, então, o assunto de tamanha gravidade e magnitude, bem no nosso quintal, ser tratado como algo menor? Como questão secundária? Há um estreitamento de interesses gerador de um consenso balizador do silêncio.
Os grupos econômicos dominantes relacionam a sonegação a um ato de heroísmo. Não há vantagem objetiva em tal revirar. Além disso, cultivam também nos poderes públicos os seus principais clientes nas terras de poti. O sentimento de classe e a percepção de que o dedo será apontado para si fazem com que o desejo seja o da propagação do esquecimento.
Também não interessa aos grupos políticos constituídos e aos seus respectivos representantes nos meios de imprensa. A classe política, hoje momentaneamente cindida, estava bem unida até 2014. Daí que alimentar o caso implica tocar em questões, digamos, sensíveis a classe política estadual.
(Hoje consigo entender que não há liberdade objetiva aos jornalistas nas redações do RN para investigar e noticiar, com amplitude, um evento como o que está em pauta. Uma outra parte, mais abastada economicamente, depende do silêncio para conseguir manter boas relações com patrocinadores empresariais e políticos.
Uma parcela dos jornalistas, além disso, se identifica e convive com lideranças políticas e empresários. Como me disseram, é difícil criticar quem você terá de apertar a mão no corredor do shopping ou mesmo dividirá a casa de veraneio no fim do ano)
Apenas a extrema esquerda não tem ligação direta nem constrangeria um aliado, caso tocasse no assunto. Porém, sabemos como este polo vive relativamente descolado da competição político-eleitoral.
Consagra-se, assim, a já tradicional estratégia de apontar e supostamente se indignar com os distantes casos de corrupção na chamada “Brasília”, enquanto convivemos na santa paz divina com o que ocorre bem nas nossas narinas.
O legal é que o Ministério Público Federal e a Polícia Federal não deixam o acontecido cair no esquecimento. Daí o mal estar.
É esperar que, nos próximos protestos de rua, caso ocorram, os que querem o fim da corrupção adicionem nos seus cartazes a palavra “Salt” e peçam o fim da impunidade, endossando todos os desmembramentos da operação. Além disso, punam nas urnas todos os que se beneficiaram com o esquema. Tenhamos otimismo.
O Blog do Eurípedes Dias reproduz texto de Daniel Menezes do excelente Portal O Potiguar. SEGUE oportuno texto de Daniel:

A operação Salt no RN, que teve sua terceira fase deflagrada esta semana, alcançou o empresário Edivaldo Fagundes. Conforme a polícia federal e o ministério público federal, ele é o líder de um grande esquema de sonegação e fraudes avaliado em 500 milhões de reais.
Estamos falando de 25% de toda a corrupção avaliada pelo MPF no caso da operação lava jato. Com um significativo detalhe: o RN não chega aos pés em orçamento da Petrobras. É, sem a menor dúvida, o mais impactante acontecimento nessa seara na história do combalido Rio Grande do Norte.
Em que pese os números colossais, os blogs, portais e jornais apenas se restringiram a mera publicação do release do ministério público e uma nota sobre a prisão e posterior soltura de Edvaldo Fagundes e praticamente toda a sua família. Só, a bem da verdade, o Jornal de Hoje, o BlogdoBG e o blog do primo, além deste O Potiguar, tiveram o cuidado de demonstrar as ligações econômicas e políticas do grupo com o RN, em especial, com o DEM de José Agripino, Rosalba e Claúdia Regina.
Leia esta condensação da matéria da revista Isto É publicada em 2013:
“De acordo com a investigação do MPF, recursos do governo do Estado saíam dos cofres públicos para empresas que financiam campanhas do DEM por meio de um esquema de concessão de incentivos fiscais e sonegação de tributo, que contava com empresas de fachada e firmas em nome de laranjas.
O esquema de Caixa 2 tem, segundo o MP, seu ‘homem da mala’. O autor do drible ao fisco é o empresário Edvaldo Fagundes, que a partir do pequeno estabelecimento ‘Sucata do Edvaldo’ construiu, em duas décadas, patrimônio bilionário.
No rastreamento financeiro da Receita Federal, a PF identificou fraude de sonegação estimada em R$ 430 milhões”, apontou a revista.
Além disso, a Istoé afirma que o empresário é acusado de não pagar tributos, mas investe pesado na campanha do DEM. “Nas eleições de 2012, Edvaldo Fagundes não só vestiu a camisa do partido como pintou um de seus helicópteros com o número da sigla. A aeronave ficou à disposição da candidata Cláudia Regina (DEM), pupila do senador José Agripino.
Empresas de Edvaldo, que a Polícia Federal descobriu serem de fachada, doaram oficialmente mais de R$ 400 mil à campanha da candidata do DEM. Mas investigação do Ministério Público apontou que pelo menos outros R$ 2 milhões deixaram as contas de Edvaldo rumo ao comitê financeiro da legenda por meio de Caixa 2″.

A revista não cita, mas é importante lembrar que esse “Caixa 2″ na campanha de Cláudia Regina já foi alvo de uma das 10 condenações sofridas por ela só no primeiro grau da Justiça Eleitoral.
A ligação do grupo com o governo do estado e com partidos políticos foi e continua a ser apontada pelo MPF e pela PF.
O que faz, então, o assunto de tamanha gravidade e magnitude, bem no nosso quintal, ser tratado como algo menor? Como questão secundária? Há um estreitamento de interesses gerador de um consenso balizador do silêncio.
Os grupos econômicos dominantes relacionam a sonegação a um ato de heroísmo. Não há vantagem objetiva em tal revirar. Além disso, cultivam também nos poderes públicos os seus principais clientes nas terras de poti. O sentimento de classe e a percepção de que o dedo será apontado para si fazem com que o desejo seja o da propagação do esquecimento.
Também não interessa aos grupos políticos constituídos e aos seus respectivos representantes nos meios de imprensa. A classe política, hoje momentaneamente cindida, estava bem unida até 2014. Daí que alimentar o caso implica tocar em questões, digamos, sensíveis a classe política estadual.
(Hoje consigo entender que não há liberdade objetiva aos jornalistas nas redações do RN para investigar e noticiar, com amplitude, um evento como o que está em pauta. Uma outra parte, mais abastada economicamente, depende do silêncio para conseguir manter boas relações com patrocinadores empresariais e políticos.
Uma parcela dos jornalistas, além disso, se identifica e convive com lideranças políticas e empresários. Como me disseram, é difícil criticar quem você terá de apertar a mão no corredor do shopping ou mesmo dividirá a casa de veraneio no fim do ano)
Apenas a extrema esquerda não tem ligação direta nem constrangeria um aliado, caso tocasse no assunto. Porém, sabemos como este polo vive relativamente descolado da competição político-eleitoral.
Consagra-se, assim, a já tradicional estratégia de apontar e supostamente se indignar com os distantes casos de corrupção na chamada “Brasília”, enquanto convivemos na santa paz divina com o que ocorre bem nas nossas narinas.
O legal é que o Ministério Público Federal e a Polícia Federal não deixam o acontecido cair no esquecimento. Daí o mal estar.
É esperar que, nos próximos protestos de rua, caso ocorram, os que querem o fim da corrupção adicionem nos seus cartazes a palavra “Salt” e peçam o fim da impunidade, endossando todos os desmembramentos da operação. Além disso, punam nas urnas todos os que se beneficiaram com o esquema. Tenhamos otimismo.
MPT Mato Grande analisa conjuntura política e articula agenda política 2015/2016.
O vereador e ex-prefeito de João Câmara Aldo Torquato recebeu na manhã deste domingo, 19 de abril, em sua residência, militantes políticos petistas de João Câmara e de mais sete (07) municípios do Mato Grande. O encontro consolidou o primeiro encontro do Mato Grande para avaliação e planejamento da tendência interna do Partido dos Trabalhadores no RN “Movimento PT/RN”.
Na discussão foi destaque a avaliação e analise da conjuntura política atual e o planejamento da agenda 2015 e 2016 na região. Como foco principal da agenda está à organização partidária e o pleito eleitoral de 2016.
O grupo acima mencionado congrega vários militantes petistas no estado e na região, dentre vários a senadora Fátima Bezerra. Estiveram presentes além do município de João Câmara, os municípios de São Miguel do Gostoso, Rio do Fogo, Jandaíra, Parazinho, Pedra Grande, Caiçara do Norte e Touros.
O evento finalizou-se com um grande almoço dos petistas no principal local de encontro político de João Câmara o Restaurante do Barriquelo. Estiveram presentes e assessorando o encontro os coordenadores do MPT/RN e assessores da senadora Fátima Bezerra Raimundo Alves e Gustavo Rodrigues.
terça-feira, 21 de abril de 2015
Polícia Rodoviária flagra desvio de cimento e melaço em Riachuelo.

Cimento localziado no município de Riachuelo
A Policia Rodoviária Federal do Rio Grande do Norte flagrou o desvio de dez toneladas de cimento e 3.700 litros de melaço, subproduto da cana de açúcar, às 23h desta segunda-feira (20). Os produtos foram localizados no km 242 da BR-304, localizado no município de Riachuelo, a 68 quilômetros de Natal.
Segundo a PRF, a mercadoria estava sendo desviada dos caminhões e revendida a comerciantes da região. Um saco de cimento de 40 quilos estava sendo comercializado a R$ 18,00, enquanto o litro do melaço era vendido a R$ 0,90.
No local da apreensão funcionava uma oficina e Francisco Geovanio dos Santos, de 45 anos, também conhecido como "João Bala" foi detido pelos policiais, suspeito de receptação. De acordo com Roberto Cabral, inspetor da PRF, o caminhão que deixou a mercadoria desviada na oficina não foi apreendido. A ocorrência foi encaminhada para a Delegacia Regional de São Paulo do Potengi.
Segundo a PRF, a mercadoria estava sendo desviada dos caminhões e revendida a comerciantes da região. Um saco de cimento de 40 quilos estava sendo comercializado a R$ 18,00, enquanto o litro do melaço era vendido a R$ 0,90.
No local da apreensão funcionava uma oficina e Francisco Geovanio dos Santos, de 45 anos, também conhecido como "João Bala" foi detido pelos policiais, suspeito de receptação. De acordo com Roberto Cabral, inspetor da PRF, o caminhão que deixou a mercadoria desviada na oficina não foi apreendido. A ocorrência foi encaminhada para a Delegacia Regional de São Paulo do Potengi.
TN online
João Câmara: Grupo Araújo convida população para inauguração do novo empreendimento.

A cidade de João Câmara e as regiões do Mato Grande, Litoral Norte e Potengi, ganham uma novo e moderno local para compra de material de construção em geral.
Será inaugurado nesta quinta-feira, 23 de abril, a loja ARÁUJO MATERIAL DE CONSTRUÇÃO, com uma estrutura moderna e confortável, planejada e construída para disponibilizar aos seus clientes o que há de melhor em atendimento e satisfação.
Uma loja arrojada, com grande área coberta, a maior variedade em produtos e preços competitivos. A inauguração será às 8h desta quinta-feira.
Uma loja arrojada, com grande área coberta, a maior variedade em produtos e preços competitivos. A inauguração será às 8h desta quinta-feira.
Assinar:
Comentários (Atom)
Joaquim Barbosa















