Euripedes Dias

segunda-feira, 14 de maio de 2012

Precatórios Voadores


Fazendas
Impressionados com o envolvimento do desembargador Oswaldo Cruz, ex-presidente do Tribunal de Justiça, com a quadrilha que roubou vários milhões de reais da conta de precatórios da corte potiguar, moradores de Taipu, terra natal do magistrado e onde ele exerce liderança política por intermédio de parentes, sugerem que as autoridades que investigam o crime voltem seus olhos para propriedades rurais que ele teria incorporado a seu patrimônio nos últimos anos. Suspeitam de que no "up grade" estaria parte do que Oswaldo teria embolsado de precatórios.
É Fantástico
Ainda na noite deste domingo, 13, ontem, era forte em Natal o impacto causado pela apresentação, no programa "Fantástico", de longe o de maior audiência da televisão brasileira, da reportagem sobre o desvio de milhões de reais da conta de precatórios do Tribunal de Justiça potiguar. Ela chamou atenção principalmente pela forma como a principal acusada, advogada e economista Carla Ubarana, revelou detalhes da participação dos desembargadores Oswaldo Soares da Cruz e Rafel Godeiro Sobrinho na quadrilha e como garantiu que, "muito correta", em suas palavras, a atual presidente da corte, desembargadora Judite Monte, nunca soube do esquema.
Na Globo
A propósito do que o "Fantástico", da Rede Globo, apresentou na noite deste domingo, 13, ontem, sobre o roubo de mais de vinte milhões de reais da conta de precatórios do Tribunal de Justiça potiguar, a produção do programa liberou momentos antes a íntegra do áudio da reportagem, que esta coluna transcreve a seguir, conforme consta do portal 1G, da rede Globo:

FONTE: ROBERTO GUEDES
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Fantástico mostra uma farra milionária bancada com o dinheiro do contribuinte. Dinheiro aos montes, desviado de um tribunal de justiça no Nordeste. Um casal que participava da falcatrua conta em detalhes como era a vida de luxo que levava e acusa dois ex-presidentes do tribunal de integrar o esquema. A reportagem é de Eduardo Faustini.
Você já viu um papel higiênico todo estampado com notas de dinheiro? E ainda por cima dinheiro europeu?
"Foram retirados quase R$ 20 milhões. Não chega a R$ 20 milhões", conta Carla Ubarana Leal, funcionária do Tribunal de Justiça do Rio Grande do Norte.
O papel higiênico foi encontrado pela polícia em um dos imóveis de Carla. Mas os R$ 20 milhões que ela menciona não foram jogados no vaso sanitário. É tudo dinheiro de verdade - dinheiro público - desviado do Tribunal de Justiça do Rio Grande do Norte. E, segundo Carla, os cerca de R$ 20 milhões roubados foram divididos entre ela e dois desembargadores. "Entreguei a desembargador Osvaldo Cruz e entreguei a desembargador Rafael Godeiro", revela.
Com a parte dela no esquema, Carla e o marido dela compraram, entre outras coisas, uma mansão na beira do mar.
"Ela tem, como diz meu marido, mais de dois mil metros só de grama", diz Carla.
"Coloquei 33 ipês, que vieram de Fortaleza", diz George Leal, marido de Carla.
O marido de Carla se chama George Leal. É dono de uma pequena construtora e, segundo a Justiça, montou o golpe com ela. Em depoimento ao Ministério Público do Rio Grande do Norte, ele conta como o casal foi torrando a dinheirama.
Ministério Público: O que o senhor e a sua esposa adquiriram de bens com esse dinheiro?
George Leal: Eu fiz uma pequena listagem rápida. Viajar, melhorar os carros e fazer investimentos imobiliários.
Eles falam com orgulho do que adquiriram com o dinheiro desviado.
"A piscina, na borda do terraço, tem medida oficial de piscina olímpica: tem 25 (metros) por 4 (metros), ela tem duas bordas e água aquecida", descreve George Leal no depoimento.
"A Mercedes nem fui eu que comprei. Foi meu marido. Nem eu andava na Mercedes", diz Carla.
O modelo que eles compraram custa R$ 650 mil.
"É aquele que faz o Safety Car da Formula 1", diz George Leal.
E os celulares? A dupla tinha um modelo exclusivo, que já fio usado por celebridades como a cantora Madonna e o jogador de futebol David Beckham.
Ministério Público: Aparelhos celulares que se encontram apreendidos nesse processo foram comprados com os recursos desviados do tribunal?
George Leal: É 6 mil euros um, 7 mil euros outro.
Ou seja, os modelos de Carla e George custaram o equivalente a R$ 33 mil. A lista parcial dos bens apreendidos é a seguinte: seis automóveis de luxo, que juntos custam mais de R$ 1 milhão; uma mansão na praia, no valor de R$ 3 milhões; dois terrenos; duas casas; um apartamento; e dois celulares importados. A soma passa dos R$ 6 milhões. O restante ela chama de "troco". É que a farra não aconteceu só no Rio Grande do Norte.
"Tinha alguns euros e alguns francos suíços que foram trocos das viagens. Acho que deu em torno de R$ 230 e R$ 250 mil. Não sei como é que ficou a conversão na época do euro e do franco suíço", diz Carla.
Ministério Público: O senhor estima que gastou mais ou menos quanto, em viagens, nesse período?
George Leal: De cabeça, R$ 1,25 milhão. Nas últimas viagens, principalmente, os hotéis eram muito luxuosos.
"Ficamos no Plaza Athenée. Como meu marido colocou muito bem no depoimento dele, em um dos cinco palácios de Paris", ressalta Carla.
George Leal: Chegamos a ficar numa diária de R11 mil euros, de frente para a torre.
Ministério Público: E passavam quantos dias lá?
George Leal: Em média, oito, nove dias.
Somando tudo, o equivalente a R$ 255 mil só de hospedagem e numa única viagem.
"Tivemos a oportunidade de ficar em uma suíte onde havia duas salas. Era champanhe", diz Carla.
Mas como todo esse dinheiro foi desviado do tribunal? A palavra-chave é precatório. Precatório é o nome do dinheiro que o estado, o município ou uma empresa pública têm que pagar na Justiça quando perdem uma ação.
"Ninguém domina precatório. E eu posso lhe dizer que eu domino precatório", diz Carla.
Esse dinheiro fica em uma conta da Justiça, e a fila para receber é grande. Na lista no site do Tribunal de Justiça do Rio Grande do Norte, tem gente que está há quase dez anos esperando para receber.
É o caso de Evalker Cavalcante de Brito, que é dono de uma padaria. Ele ganhou na Justiça uma ação contra a cobrança pela prefeitura de Natal de uma taxa de iluminação pública.
"E até agora, nunca me pagaram. Quando estourou essa bomba de desvio de precatórios fiquei muito revoltado, muito triste", desabafa Evalker.
O que é difícil para Evalker era fácil para o esquema. Formada em direito, administração e economia, Carla Ubarana era funcionária de carreira no Tribunal e diz que foi convidada pelo então presidente do Tribunal de Justiça para cuidar dos precatórios.
"Fui convidada em 2007 pelo presidente, desembargador Osvaldo Cruz, para assumir um cargo na divisão de precatório", diz Carla
Ela fez um levantamento e encontrou muito dinheiro parado, sem dono.
"Existe uma verba que eu não consegui identificar o processo. Uma verba entre R$ 1,5 milhão e R$ 1,6 milhão", diz Carla
Carla diz que levou o caso ao então presidente do tribunal. "Desembargador Osvaldo Cruz. Ele falou: ‘Como o dinheiro não tem dono, o que a gente pode fazer para trabalhar o dinheiro?'. "O termo foi ‘trabalhar o dinheiro'", ressalta Carla.
O esquema usou vários métodos para fazer o dinheiro sair da conta do tribunal, inclusive pagando os chamados laranjas.
O Ministério Público mostra um exemplo de uso de laranja que levou um cheque de R$ 79,5 mil. Para isso, bastou uma folha de papel assinada pelo presidente do tribunal.
"Não existe número de processo, não tem número de ofício. É um documento atípico", avalia o promotor Flávio Pontes Filho.
"Ele assinando, era o suficiente para o banco. Eu só confirmava", diz Carla. Segundo ela, o repasse aos desembargadores era em dinheiro vivo.
"O máximo que eu levava era R$ 60 mil, R$ 50 mil. Eram bolinhos que já vinham do banco amarrados com notas de R$ 100. Então, ele estava todo prensadinho, não fazia volume. Botava no meio dos processos e ia para a presidência, como eu sempre fui. Eu despachava com o presidente normalmente", descreve Carla.
Carla conta que, quando o desembargador Osvaldo Cruz deixou a presidência do Tribunal de Justiça, o sucessor dele também pediu para participar da falcatrua.
"'O que o senhor quer?' E ele respondeu: ‘Eu quero a mesma saída de dinheiro de Osvaldo'. Ela conta que perguntou: ‘Então o senhor quer receber dinheiro do precatório, do mesmo jeito que desembargador Osvaldo recebia?'. Ele disse: ‘Do mesmo jeito. O mesmo valor'. O nome do desembargador é Rafael Godeiro. ‘Está bom. Agora a gente vai ter um dinheiro que vai ser repartido por três'".
Isso porque, segundo ela, Osvaldo quis continuar recebendo a parte dele.
"O responsável por autorizar estes pagamentos é o presidente do Tribunal de Justiça. E, à época, eram justamente os dois desembargadores que foram afastados pelo Superior Tribunal de Justiça, Osvaldo Cruz e Rafael Godeiro", diz o procurador-geral do estado, Luciano Ramos.
O esquema era tão audacioso que prometia transformar uma dívida judicial de R$ 30 mil em R$ 1,5 milhão. Bastaria modificar os cálculos.
O advogado Francisco Gurgel Júnior diz que bastava pagava propina a uma funcionária.
"Ela me cobrava R$ 200 mil, dos quais 20% eram dela e 80% eram do desembargador Rafael Godeiro. Ela receberia e entregaria a ele. Eu disse que não aceitaria. Primeiro, porque eu não tinha o recurso para dar, nem acreditaria que uma decisão de R$ 30 mil passasse para R$ 1,5 milhão. O nome dela era Ana Lígia", lembra o advogado.
Ana Lígia Cunha de Castro era assessora de Rafael Godeiro, um dos dois ex-presidentes do Tribunal de Justiça investigados no caso.
O advogado da ex-assessora do desembargador Rafael Godeiro, Ana Lígia, disse que desconhece a acusação.
Procurados pelo Fantástico, os desembargadores Osvaldo Cruz e Rafael Godeiro não quiseram gravar entrevista e negam a acusação.
Carla e o marido estão em prisão domiciliar. O casal e os laranjas respondem por peculato e formação de quadrilha. Ela sozinha também é acusada de falsificação e ocultação de documentos públicos. Os desembargadores estão afastados do TJ e como têm foro privilegiado, são investigados em liberdade pelo Superior Tribunal de Justiça.
"Nós ficamos indignados, ficamos tristes, ficamos acabrunhados, mas eu quero dizer que o Poder Judiciário e que o Tribunal de Justiça do Rio Grande do Norte estão fortalecidos, e nós não vamos nos abater por esse fato", afirma Judite Nunes, presidente do TJ-RN.
"Não foi, para dizer assim, ‘um foi no erro, foi no meio de vários'. Não. Foram vários. E foi durante dois anos e o outro mais dois anos. Eu digo que para cada um foram dois anos. Não foi um documento só. Não foi uma única vez", destaca Carla.
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Apenas cinco ônibus circulam em Natal com a greve


Da redação do DIARIODENATAL.COM.BR

Cinco ônibus circulando. Este é o cenário do transporte público em Natal na manhã desta segunda-feira (14) com a deflagração da greve dos rodoviários. Os transportes que ainda estão rodando para atender os usuários da capital são apenas cinco da empresa Cidade do Natal.

A frota normal circulando diariamente em Natal é de 692 veículos incluindo as sete empresas de ônibus.   
 
Confira tabela com empresas de ônibus e números de frotas: 

Cid. Natal 5 ônibus circulando  43 (frota normal)  13 (30%) Conceição    0                         94                        28 
Guanabara    0                       210                       63
Reunidas     0                         85                        26
Riograndense 0                       30                        9
Santa Maria  0                        162                       53
Via Sul      0                           68                         20

Mulher surta, mata e come cachorro na Zona Oeste


Da redação do DIARIODENATAL.COM.BR

Uma mulher matou, esquartejou e comeu alguns membros do próprio cachorro por volta das 9h30 desta segunda-feira, 14, no conjunto Leningrado, no bairro Planalto, Zona Oeste de Natal. De acordo com as informações do tenente Iranildo, oficial em serviço, a mulher tem problemas mentais e teria surtado antes do crime.  
 
Mais informações em instantes, no DN Online.  

Michel Teló tem show mais caro do país; veja outros artistas


O "F5" fez um levantamento do preço dos shows dos artistas mais populares do país na atualidade. A reportagem descobriu quanto vale o show de 20 artistas, grupos e duplas nacionais. Fazendo-se de contratante, a reportagem pesquisou preços para shows simples: com venda de ingressos ao público. Isso porque shows fechados, para empresas ou particulares, custam muito mais.
Segundo o levantamento, feito entre o final de janeiro e o início de abril, Michel Teló, Fernando & Sorocaba, Paula Fernandes, Luan Santanna, Gusttavo Lima e Thiaguinho, nessa ordem, estão entre os shows mais caros do país. Podem custar de R$ 300 mil a R$ 350 mil (para shows feitos no Estado de São Paulo). Há pelo menos seis meses Teló está praticamente sozinho em 1º lugar no ranking de preços, mas pode-se dizer que essa posição é temporária: há muito revezamento no topo no espaço de um ano ou dois.
Zé Paulo Cardeal/Divulgação
Fernando, Luan Santana e Sorocaba se apresentam no "Altas Horas"
Fernando, Luan Santana e Sorocaba se apresentam no "Altas Horas"
O valor dos shows obtido pela reportagem pode sofrer variações de acordo com um número "x" de circustâncias, como mostrou a apuração. Exemplo: se o artista tem São Paulo como base (e depósito de equipamentos), seus shows no Estado podem custar menos. Outro exemplo: se um artista vai se apresentar numa cidade a 150 km de São Paulo, em uma determinada data, e uma cidade vizinha 100 km adiante aproveita o "carreto" e contrata o artista também (para tocar dois dias depois), o custo cai. Provavelmente o valor pago pela segunda cidade seja menor que o da primeira. Se aparecer uma terceira cidade... e assim por diante.
Shows em outros Estados também só são feitos quando há um número crítico de "cidades" (ou empresários) contratantes, pois é oneroso (e perigoso) andar por aí com uma megacarreta carregada de instrumentos caríssimos e aparelhos tecnológicos e de iluminação de última geração.
No caso de gente que está por cima da "carne seca", como Gusttavo Lima, Luan Santana, Thiaguinho ou Victor & Leo etc, esses artistas podem cobrar o show na "tabela cheia", pois não faltam contratantes: empresários e empresas que investem dezenas de milhões de reais em entretenimento país adentro, uma indústria que movimenta hoje cerca de R$ 1,5 trilhão no mundo
A estimativa de contratantes de shows, ouvidos pela reportagem, é que existam de 350 a 400 prefeituras no país que investem razoavelmente em shows e entretenimento à população. Esse é o primeiro e mais importante mercado de contratação de artistas "da moda" no país, os mais caros. Em seguida há o mercado de shows em grandes empresas, mas não foi possível obter dados a respeito.
Os valores exibidos abaixo não representam o cachê líquido dos artistas(leia mais abaixo):
Editoria de Arte/Folhapress
Com esse dinheiro os artistas precisam bancar toda sua infra-estrutura e staff, como funcionários de escritório, advogados, músicos contratados, empresários, transporte de equipamento e toda mão-de-obra envolvida num show.
A estimativa é que os artistas acabam ficando com "apenas" 30% ou 40% do valor total de cada show. Quem paga a hospedagem e alimentação é o contratante, que também precisa, quase sempre, depositar 20% do valor total logo na assinatura do contrato, e o restante a combinar.
Não foram incluídos nesta lista os shows de "medalhões" como Roberto Carlos e Ivete Sangalo, pois também são artistas contratados da Globo, o que distorce sobremaneira seus valores.
Para ter uma ideia, porém, em dezembro último Sangalo fez um show fechado para uma empresa paulista da área financeira por R$ 400 mil. O show de RC é ainda mais complicado de mensurar, mas estima-se que custe sempre acima de R$ 1 milhão, já que é preciso contratar uma orquestra junto (a dele, claro).
O preço de um show é uma espécie de "equação" que inclui variáveis como: 1) se o artista está na moda e na mídia (Teló); 2) se emplacou um eventual sucesso na novela da Globo ou nas rádios do país (Paula Fernandes); 3) por seu tempo de carreira e estrada (Zezé e Luciano).
FONTE: F5
LEIA MAIS NO "F5"
Alberto Martín - 2.mar.2012/Efe
Michel Teló
Michel Teló

'Apenas compartilhei', afirma suspeito de vazar fotos de Dieckmann


Diego Cruz prestou depoimento na última semana em Macatuba, SP.
De acordo com o delegado da cidade, os suspeitos eram conhecidos.

Do G1 Bauru e Marília
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Um dos suspeitos no caso de vazamento das fotos da atriz Carolina Dieckmann, Diego Fernando Cruz, de 25 anos, é morador de Macatuba (SP), na região de Bauru, a 310 km de São Paulo. Segundo as investigações da polícia, Diego teria sido o primeiro a compartilhar as fotos na rede. No quarto dele, a polícia encontrou cinco computadores, CDs e softwares. Um laptop também estava aberto em uma página só com fotos da atriz. Em entrevista ao G1 na manhã desta segunda-feira (14), ele foi categórico. "Apenas compartilhei os arquivos", relata. Diego também afirmou que aguarda o contato de seu advogado para mais esclarecimentos.
A edição do Fantástico deste domingo (13) mostrou uma reportagem exclusiva sobre o caso. De acordo com a investigação exibida, hackers do interior de Minas Gerais e São Paulo invadiram o e-mail da atriz e pegaram as imagens. O  delegado de Macatuba, Marcelo Gimenes, disse que a equipe local acompanhou os oficiais do Rio de Janeiro durante operação. Viaturas e funcionários foram cedidos para a investigação.
Gimenes afirma que Diego colaborou com a polícia. Ele prestou depoimento espontaneamente na sexta-feira (11) e chegou a citar outro suspeito, Leonan Santos, de 20 anos, em uma das conversas. “Por meio dos depoimentos dele que se chegou ao Leonan. Eles são amigos de internet há alguns anos, participavam de encontros hackers, ambiente onde os hackers trocam programas e informações. Eles são conhecidos há vários anos”.
Leonan é o principal suspeito de ter invadido o computador da atriz e furtado as fotos. Ele vive em uma casa na cidade de Córrego Dantas, em Minas Gerais, e contou na reportagem exibida neste domingo que já é investigado em outra ação de hackers, mas se diz inocente. “O Leonan afirmou que teve seus computadores apreendidos por conta de outra investigação (por prática de spam) e perdeu as fotos”, afirma Gimenes.
Ainda de acordo com o delegado, posteriormente, ele pediu as imagens para o Diego, que as tinha recebido e armazenado. “Diego acabou enviando as fotos também para um site e para um adolescente morador de Bauru (SP), amigo virtual. A partir daí houve a disseminação na internet”.
Investigações
Foram os policiais da Delegacia de Repressão aos Crimes de Informática (DRCI) da Polícia Civil do Rio de Janeiro que chegaram a quatro suspeitos de terem participado do furto das fotos pessoais da atriz Carolina Dieckmann que foram divulgadas na internet na última semana.

Segundo Marcelo Gimenes, não há mandado de prisão expedido contra Diego e ele não deve ser ouvido novamente em Macatuba, já que as investigações seguem na capital carioca. Os suspeitos podem responder por difamação, furto e extorsão. A pena pode chegar a 15 anos de prisão.
fonte: G1