Um dos problemas foi encontrado em urnas com áudio, destinadas a deficientes visuais. Especialistas apontaram a possibilidade de outra pessoa ouvir o som da urna, com a ajuda de um equipamento, deixando uma brecha para identificar o voto do deficiente. Outra falha foi a possibilidade de, depois de fechada a urna, haver troca no número de votos atribuídos a determinado candidato.
Segundo o presidente do TSE, ministro Dias Toffoli, os técnicos do tribunal corrigirão as falhas antes das eleições municipais, marcadas para outubro.
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